O CAPS I de Monteiro realizou neste mês de abril um momento especial de integração e expressão artística ao realizar a apresentação da esquete “Partilha”, encenada por usuários da unidade. A “Partilha” ultrapassou o palco e tocou algo muito maior: mostrou que o cuidado em saúde mental precisa ir além das quatro paredes e ocupar espaços de vida, de expressão e de pertencimento.
O evento aconteceu no Teatro Jansen Filho e reuniu entre seu público, profissionais de saúde e familiares em uma experiência marcada pela sensibilidade e inclusão. A iniciativa teve como principal objetivo valorizar o protagonismo dos usuários atendidos pelo serviço, destacando a arte como ferramenta terapêutica e de fortalecimento emocional.
A esquete “Partilha” abordou temas como convivência, empatia e superação, trazendo reflexões importantes sobre o cotidiano e os desafios enfrentados por pessoas em acompanhamento psicossocial. Ali, não havia apenas uma apresentação, havia histórias sendo compartilhadas, barreiras sendo rompidas e a sociedade sendo convidada a enxergar para além do estigma.
De acordo com a equipe do CAPS I, momentos como esse, refletem a importância de uma gestão que cuida, acolhe, investe e se faz presente, fortalecendo ações que realmente transformam vidas, e nada disso seria possível sem o compromisso e a sensibilidade de uma equipe multidisciplinar que, diariamente, constrói um cuidado ético, humano e coletivo.
A equipe RAPS que sempre está presente, destacou, que tratar é também incluir, é dar voz, é construir caminhos onde cada pessoa possa existir com dignidade, autonomia e sentido. A partilha, aqui, não é só nome, é essência do cuidado em liberdade, territorial, humanizado e que reconhece cada pessoa em sua integralidade, sem reduzi-la ao adoecimento.
A ação reafirma o compromisso do CAPS I de Monteiro com práticas humanizadas e inovadoras no cuidado em saúde mental, mostrando que a arte pode ser um caminho poderoso para a expressão, o acolhimento e a transformação social.



























