O Bloco CERelepe tomou as ruas de Monteiro em um momento marcado por cores, alegria e, sobretudo, inclusão. Mais do que uma festa, o evento se consolidou como um espaço de representatividade, onde crianças com deficiência e suas famílias puderam viver o Carnaval com liberdade, segurança e reconhecimento.
A iniciativa reafirmou que o brincar, o conviver e o ocupar os espaços públicos também são direitos das pessoas com deficiência. Cada fantasia, cada sorriso e cada passo do bloco simbolizaram a construção de uma cidade mais acessível, humana e sensível às diferenças.
A animação ficou por conta da Banda Fanfarra Maestro Rodolfo Alves, que conduziu o cortejo com música e entusiasmo, criando um ambiente acolhedor e vibrante, pensado para respeitar os tempos, os corpos e as singularidades de cada participante.
Realizado em parceria entre o CER II e a Secretaria de Cultura, o Bloco CERelepe mostrou que a inclusão se faz na prática, por meio de ações intersetoriais que fortalecem o cuidado, a convivência e o sentimento de pertencimento comunitário.
“O CERelepe deixou uma mensagem potente para Monteiro: quando a cidade abre alas para a diversidade, ela avança. O Carnaval, nesse contexto, se torna também um instrumento de cuidado, expressão e cidadania onde todas as pessoas têm vez, voz e lugar”, disse a prefeita Ana Paula.




























