25 de setembro de 2026
  • SOBRE
  • EXPEDIENTE
  • ANUNCIE
  • CONTATO
No Result
View All Result
A Reportagem


  • CAMPINA GRANDE
    Museu do Algodão integra programação da 20ª Primavera dos Museus em Campina Grande

    Museu do Algodão integra programação da 20ª Primavera dos Museus em Campina Grande

    Revitalização do Centro: Procon-CG e CDL acompanham obras do antigo Grande Hotel

    Revitalização do Centro: Procon-CG e CDL acompanham obras do antigo Grande Hotel

    Prefeitura de Campina Grande amplia acessibilidade na saúde com formação de profissionais em Libras

    Prefeitura de Campina Grande amplia acessibilidade na saúde com formação de profissionais em Libras

    Campanha solidária mobiliza público e arrecada alimentos para a FAP em Campina Grande

    Campanha solidária mobiliza público e arrecada alimentos para a FAP em Campina Grande

    Prefeitura vai apoiar amistoso de karate entre Campina Grande e Massaranduba, evento acontece no sábado

    Prefeitura vai apoiar amistoso de karate entre Campina Grande e Massaranduba, evento acontece no sábado

    Sine Municipal reúne empresas e comunidade surda em dia de ação pela inclusão e empregabilidade em Campina Grande

    Sine Municipal reúne empresas e comunidade surda em dia de ação pela inclusão e empregabilidade em Campina Grande

  • CIDADES
  • CARIRI
  • PARAÍBA
  • BRASIL
  • POLÍTICA
  • POLICIAL
  • MAIS
    • ECONOMIA
    • ESPORTES
    • JUSTIÇA
    • SÃO JOÃO
      Prefeitura de Monteiro realiza abertura da Semana da Pátria

      Prefeitura de Monteiro realiza abertura da Semana da Pátria

      São João de Monteiro é considerado o mais seguro da Paraíba

      São João de Monteiro é considerado o mais seguro da Paraíba

      Recicla São João supera marca de 2025 e fecha edição 2026 com um novo recorde de 78,5 toneladas de materiais recolhidos

      Recicla São João supera marca de 2025 e fecha edição 2026 com um novo recorde de 78,5 toneladas de materiais recolhidos

      Programação da Secretaria de Cultura reúne mais de 6 mil artistas e fortalece tradição d’O Maior São João do Mundo

      Programação da Secretaria de Cultura reúne mais de 6 mil artistas e fortalece tradição d’O Maior São João do Mundo

      Procon-CG encerra o São João com saldo positivo e a entrega de mais de 15 mil materiais educativos

      Procon-CG encerra o São João com saldo positivo e a entrega de mais de 15 mil materiais educativos

      STTP encerra atuação n’O Maior São João do Mundo 2026 com redução de sinistros de trânsito e transporte público fortalecido

      STTP encerra atuação n’O Maior São João do Mundo 2026 com redução de sinistros de trânsito e transporte público fortalecido

    • GERAL
  • RÁDIO AO VIVO
No Result
View All Result
A Reportagem
No Result
View All Result

Prates minimiza risco na exploração de petróleo na margem equatorial

Redação 01 by Redação 01
16 de agosto de 2023
in Política
Prates minimiza risco na exploração de petróleo na margem equatorial


Com informações da Agência Brasil

Cobrado pelo senador do Amapá Lucas Barreto (PSD) para se empenhar na exploração de petróleo na margem equatorial brasileira, o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, afirmou nesta quarta-feira (16) que esse é um processo que ainda está no início e minimizou os possíveis riscos ambientais de uma produção de petróleo naquela região. Segundo Prates, caso a licença ambiental seja favorável pode-se levar até oito anos para que a produção efetivamente comece.

O presidente da Petrobras participou nesta quarta-feira de audiência pública conjunta no Senado das comissões de Infraestrutura e de Desenvolvimento Regional e Turismo. Na ocasião, ele defendeu que houve uma exacerbação em torno do pedido da estatal para perfurar poços exploratórios próximos à costa da Amapá, como se a empresa fosse inaugurar a produção de petróleo na região.

“Isso já existe. Escoa petróleo pelo Rio Amazonas todos os dias chegando à refinaria de Manaus”, explicou. O Polo de Urucu, por exemplo, explora petróleo na Amazônia desde 1986.

O presidente da Petrobras argumentou que, entre as explorações de petróleo na região, essa seria a menos arriscada. “Mesmo [que] venha a produzir sistematicamente, é a que tem menos potencial de causar danos e a que tem mais condições de gerar receitas governamentais e receitas para população local”, justificou ele, que prometeu “todo o empenho” para descobrir se há petróleo comercialmente viável na margem equatorial brasileira, que é a região que vai da costa do Amapá até o Rio Grande do Norte.

Prates acrescentou ainda que nunca houve vazamento em poços exploratórios feitos pela estatal, mas ponderou que na produção de petróleo esse tipo de ocorrência é possível. “Isso está sujeito a vazamento, em todas as empresas tem isso. A Petrobras tem histórico baixo de acidentes e incidentes de vazamento de petróleo”, completou.

Contudo, Prates lembrou que a região que a estatal quer perfurar fica a 170 quilômetros da costa do Amapá e a 580 quilômetros da foz do Amazonas. “Inclusive no processo de licenciamento isso está dito, que a possibilidade do óleo eventualmente vazado num sistema de produção, não de perfuração, encostar na costa é muito remota, muitíssimo remota, porque as correntes marítimas, ventos, tudo leva para o lado de Barbados [país do Caribe]. Isso não quer dizer que não temos que tomar cuidado, evidentemente”, concluiu.

Exploração e produção

Prates diferenciou a licença ambiental pedida pela Petrobras, que é para descobrir se há ou não petróleo na região, de uma futura licença para produzir o óleo. Caso descubra petróleo na região, será necessário fazer uma análise para saber se esse óleo é comercialmente viável.  

“Aquela descoberta pode não ser comercial, tem no meio uma avaliação econômica”, explicou Prates, que lembrou que é preciso construir a infraestrutura para produzir petróleo em escala comercial. “Estamos falando aqui de pelo menos cinco a oito anos para ter o primeiro óleo nessa área se a gente receber a licença nesse ano ou início do ano que vem”, completou.

Transição energética

Prates defendeu que a transição energética deve ser financiada pela exploração de petróleo. Segundo ele, a transição para uma economia com menos queima de combustível fóssil será lenta, devendo demorar uns 50 anos. Com isso, o presidente da Petrobras discordou do movimento internacional Just Stop Oil (Apenas Pare o Óleo, em português). Esse grupo defende a proibição de toda e qualquer nova licitação de exploração de petróleo para forçar uma transição energética mais rápida.

Para Prates, a transição energética não é ruptura energética. Ele criticou a tentativa de se proibir a exploração de petróleo em determinas áreas para acelerar essa transição. “A transição energética para empresa de petróleo é uma metamorfose ambulante, tem que investir em petróleo para pagar a transição energética”, defendeu.


A Reportagem

Confira as últimas de hoje e as primeiras de amanhã, além dos bastidores do Poder, da Política e muito mais...

  • SOBRE
  • EXPEDIENTE
  • ANUNCIE
  • CONTATO

© 2026 A REPORTAGEM - Todos os direitos reservados Holos Comunicação

No Result
View All Result
  • CAMPINA GRANDE
  • CIDADES
  • CARIRI
  • PARAÍBA
  • BRASIL
  • POLÍTICA
  • POLICIAL
  • MAIS
    • ECONOMIA
    • ESPORTES
    • JUSTIÇA
    • SÃO JOÃO
    • GERAL
  • RÁDIO AO VIVO

© 2026 A REPORTAGEM - Todos os direitos reservados Holos Comunicação

  • Aumentar fonte
  • Diminuir fonte
  • Preto e branco
  • Inverter cores
  • Destacar links
  • Fonte regular
  • Redefinir
Page Reader Press Enter to Read Page Content Out Loud Press Enter to Pause or Restart Reading Page Content Out Loud Press Enter to Stop Reading Page Content Out Loud Screen Reader Support
Real Accessability