O prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima, usou as redes sociais, nesta sexta-feira (4), para rebater uma informação que falsa, do governador e candidato à reeleição Lucas Ribeiro durante debate esta semana na Rádio Campina FM. Na ocasião, Ribeiro afirmou que a Prefeitura nunca teria doado um terreno para a construção de uma escola estadual no bairro. A versão foi prontamente desmentida pelo gestor, ao apresentar documentos.
Em vídeo, Bruno apresentou o ofício enviado pelo então governador João Azevedo, em setembro de 2021, solicitando uma área de 100 metros por 100 metros (10 mil m²) para erguer a unidade de ensino. O prefeito enfatizou que a prefeitura não se limitou a atender ao pedido, mas apresentou duas opções, ambas maiores que a demanda do estado m, sendo uma uma com mais de 15,6 mil m² e outra com mais de 20,4 mil m².
“Não foi apresentada uma área. Foram apresentadas duas. As duas áreas eram maiores do que os 10 mil metros solicitados pelo estado. E veja que não sou eu hoje que estou tentando reescrever essa história. Naquela época, em outubro de 2021, o respeitado jornalista Heron Cid registrou publicamente: ‘o estado pediu terreno e a prefeitura cedeu”, confirmou o prefeito.
Bruno destacou ainda que que as áreas ofertadas não foram aceitas pelo estado e que, em sessão na Câmara de Vereadores, um parlamentar de oposição aliado ao governo estadual chegou a reconhecer publicamente que o estado considerou o terreno inadequado.
“Perceba a diferença. Uma coisa é dizer que recebeu uma opção e não gostou dela. E outra, completamente diferente, é dizer que a prefeitura não deu terreno nenhum, como vivem querendo espalhar por aí.”
Bruno relatou também que, em 2021, foi pessoalmente ao Aluísio Campos com o então secretário de Segurança do Estado para oferecer áreas destinadas a um posto da Polícia Militar, uma unidade do Corpo de Bombeiros e uma delegacia da Polícia Civil.
A prefeitura, segundo ele, sentou à mesa, separou as áreas, assinou o protocolo com o governo e cedeu os terrenos. O retorno do estado, porém, nunca veio.
Ao final, o prefeito reafirmou a disposição da gestão em colaborar e inverteu a lógica da negociação: em vez de a prefeitura indicar uma área para o estado, qualquer terreno municipal escolhido pelo governo estará cedido.
“Ao invés da prefeitura escolher uma área nossa para destinar para o estado, eu estou aqui para dizer que qualquer área que vocês escolherem, desde que seja da prefeitura, está cedida. Para que depois não apareça ninguém dando mais uma desculpa e para que os alunos do Aluísio não continuem sem uma escola estadual. Quando a gente pode até divergir politicamente, mas o que não se pode é divergir dos fatos, da verdade. Não é e nunca foi a prefeitura que fechou a porta. A verdade está com Campina”, concluiu.
Com informações de Iago Bruno, assessoria de comunicação.





























