Mesmo assim, a Câmara aprovou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Insatisfeita, a oposição, através do líder Antônio Pimentel Filho (PSB) avisou que vai judicializar o impasse, na tentativa de anular o resultado da votação.
A principal queixa diz respeito ao tempo entre a suspensão dos trabalhos e a retomada para votação, que passou de duas horas. No entanto, sabe-se que nos bastidores os vereadores reclamam da ausência na LDO das chamadas emendas impositivas, não vistas com “bons olhos” pelo Poder Executivo e que há anos não são aprovadas.
O vereador Alexandre do Sindicato (PL), líder da bancada do prefeito Bruno Cunha Lina (UB), criticou decisão da oposição de abandonar o plenário e afirmou que não havia justificativa para impedir a votação
Segundo ele, a LDO foi amplamente debatida com a sociedade e com representantes do Orçamento Participativo, o que, na sua avaliação, inviabilizou qualquer argumento para obstrução da votação.
A LDO foi aprovada pela bancada de situação por 11 votos, o que pode ser contestada na Justiça. A oposição garante que são necessários 12 votos para aprovação.
A vereadora Ivonete Ludgério (UB), que é da bancada situacionista, não esteve presente, o que acabou prejudicando o número ideal para aprovação do projeto; sem contestação.
A Lei de Diretrizes Orçamentárias define as metas e prioridades do governo (seja na esfera federal, estadual ou municipal) para o ano seguinte. Ela serve como um elo prático de planejamento, selecionando quais projetos do plano de longo prazo serão executados e orientando a elaboração do orçamento detalhado.
Fonte:daparaiba.com.br
Foto:Blog da Simone Duarte


























